Aviso de Risco: Produtos alavancados apresentam um alto nível de risco e podem resultar na perda total do seu capital. Certifique-se de compreender completamente os riscos antes de investir.
Aviso de Risco: Produtos alavancados apresentam um alto nível de risco e podem resultar na perda total do seu capital. Certifique-se de compreender completamente os riscos antes de investir.
Aviso de Risco: Produtos alavancados apresentam um alto nível de risco e podem resultar na perda total do seu capital. Certifique-se de compreender completamente os riscos antes de investir.

Dollar recovers against worries over Fed independence; euro drops

The U.S. dollar strengthened on Wednesday, though gains were capped by renewed worries over Federal Reserve independence following President Donald Trump’s bid to oust Governor Lisa Cook.

At 05:25 ET (09:25 GMT), the Dollar Index, which tracks the greenback against six major currencies, traded 0.4% higher at 98.487, rebounding from early-week losses.

Fed independence questioned

Trump announced Monday his intention to dismiss Fed Governor Lisa Cook over alleged misconduct in securing mortgage loans, raising fears of greater political influence on monetary policy.

Cook, through her attorney, argued that the president lacks authority to remove her and confirmed she would not resign, setting the stage for what could become a lengthy legal battle.

“Trump’s attempt to fire Fed Governor Lisa Cook and the perception of further politicization of the Fed are negatives for the dollar,” analysts at ING noted.

“However, the FX impact has been limited and may surface later. Cook is contesting the move, which is likely headed to court, and her departure would not materially affect near-term policy decisions. With Powell still leading, markets expect a data-driven approach, with limited pressure for deeper or faster cuts.”

Euro slips on European political risks

In Europe, EUR/USD fell 0.5% to 1.1586, weighed down by political uncertainty in France and weak German sentiment data.

French Prime Minister Francois Bayrou faces a Sept. 8 confidence vote over his budget plan. Should the government collapse, President Emmanuel Macron could either appoint a new prime minister, retain Bayrou in a caretaker role, or call a snap election.

“Investors remain cautious ahead of the confidence vote, with no clear consensus that snap elections are the baseline scenario,” ING added.

“An alternative path, involving a new or adjusted government budget to secure support for fiscal consolidation, is possible—though politically challenging under current scrutiny.”

Meanwhile, German consumer sentiment is set to decline for a third consecutive month in September, as the GfK index fell to -23.6 from a revised -21.7 in August.

GBP/USD slipped 0.3% to 1.3445, though sterling found some support from the Bank of England’s hawkish stance.

“We continue to believe a structural break above 1.35 is a matter of when, not if,” ING stated.

Aussie dollar retreats despite inflation surprise

Elsewhere, USD/JPY climbed 0.4% to 147.92, while USD/CNY edged up 0.1% to 7.1610.
AUD/USD dropped 0.3% to 0.6471, despite stronger-than-expected July CPI data, which rose 2.8% year-on-year versus forecasts of 2.3% and up from 1.9% in June.

The jump was driven largely by higher electricity costs after certain government rebates expired.

The figures followed the RBA’s August minutes, which signaled further easing if inflation moderated as projected. The central bank cut rates by 25 basis points last month, but the latest data suggests inflationary pressures may persist, complicating the policy outlook.

Related posts

Technical Analysis-PT

GBPUSD Testa a Resistência em 1,3400

O par GBP/USD manteve sua recuperação de alta nesta quinta-feira, 22 de outubro, sendo negociado próximo de 1,3406 durante o

US Futures Rise as SpaceX Jumps 8%

Futuros dos EUA sobem enquanto SpaceX dispara 8%

Os futuros das ações americanas operavam em alta nesta quarta-feira, 21 de outubro, enquanto os investidores avaliavam os resultados corporativos

Dividen Stocks

Ações com dividendos: 7 métricas essenciais para avaliar antes de investir

As ações que pagam dividendos podem parecer atraentes à primeira vista. Uma empresa que oferece um dividend yield de 6% ou 7% pode parecer uma fonte fácil de renda, mas um rendimento elevado, por si só, não indica se esses pagamentos são financeiramente sustentáveis. Para avaliar ações com dividendos adequadamente, traders e investidores precisam ir além do dividend yield divulgado. Fatores como o índice de distribuição de dividendos (payout ratio), o fluxo de caixa livre, a estabilidade dos lucros, os níveis de endividamento e o crescimento dos dividendos podem oferecer uma visão mais clara da situação financeira de uma empresa. Compreender essas métricas também pode ajudar os traders a interpretar os movimentos de preços em torno de anúncios de dividendos, divulgações de resultados e mudanças na política de distribuição de uma companhia. Por que as ações com dividendos atraem os participantes do mercado As empresas que pagam dividendos geralmente distribuem parte de seus lucros aos acionistas. Os pagamentos costumam ser trimestrais, embora a frequência possa variar conforme a empresa e o mercado. Para os investidores, os dividendos podem proporcionar renda recorrente sem a necessidade de vender suas ações. Eles também podem ser reinvestidos na compra de ações adicionais, criando potencialmente um efeito de juros compostos ao longo do tempo. Para os traders, porém, os dividendos oferecem outro tipo de informação. A decisão de uma empresa de manter, aumentar, reduzir ou suspender os pagamentos pode fornecer pistas sobre as expectativas da administração em relação aos fluxos de caixa futuros e às condições financeiras. Uma empresa que mantém pagamentos consistentes pode indicar uma geração de caixa relativamente estável, enquanto um corte inesperado nos dividendos pode se tornar um importante catalisador para o mercado. O que torna uma ação com dividendos financeiramente sólida? Não existe uma única métrica capaz de determinar se uma ação com dividendos é atraente ou sustentável. Em vez disso, vários indicadores financeiros devem ser analisados em conjunto. Uma empresa com um longo histórico de pagamentos de dividendos, fluxo de caixa sólido, dívida administrável e lucros estáveis pode ter uma base mais consistente para manter suas distribuições do que uma companhia que oferece um rendimento elevado porque o preço de suas ações caiu drasticamente. O histórico de dividendos é particularmente útil. Empresas que aumentam seus dividendos de forma consistente durante décadas são frequentemente chamadas de Dividend Aristocrats quando atendem ao critério tradicional de pelo menos 25 anos consecutivos de aumentos. Já as companhias que elevam seus dividendos durante 50 anos consecutivos são conhecidas como Dividend Kings. Essas classificações descrevem o histórico de distribuição de dividendos, mas não garantem resultados futuros. 1. Dividend yield O dividend yield mede o valor anual dos dividendos pagos por uma empresa em relação ao preço atual de suas ações. A fórmula básica é: Dividend yield = Dividendo anual por ação ÷ Preço atual da ação × 100 Um rendimento mais alto pode representar uma renda potencial maior, mas também pode ser um sinal de alerta. Por exemplo, se o preço de uma ação cai significativamente enquanto o dividendo permanece inalterado, seu dividend yield aumenta. Portanto, esse rendimento mais elevado pode refletir uma perda de confiança dos investidores, e não uma melhora nos fundamentos da empresa. Por isso, o dividend yield é mais útil quando comparado ao histórico da própria companhia, às empresas do mesmo setor, aos lucros e ao fluxo de caixa.